quarta-feira, 23 de junho de 2010

MUDANÇAS PELO VOTO

Julgamento moral e cívico

Por Wilmar Marçal

A frieza das letras manifestadas por alguns defensores na instância jurídica, data vênia, muitas vezes frustra a população que aguarda um judiciário firme e comprometido com o bem público. Mas é preciso obedecer e acatar, pois, segundo se sabe, é uma análise realizada com a arte e a ciência da razão e não da emoção. Esse viés argumentativo tem tirado muito ladrão da cadeia, absolvido muitos traficantes e amparado pedófilos que são liberados e continuam machucando crianças e famílias. Essas possibilidades de contar com defensores deve e precisa continuar, pois a todos é permitido a ampla defesa e o contraditório. Lamentavelmente não se pode julgar com a emoção, razão pela qual, talvez, ainda existam muitos problemas sociais no país, pois os atos malditos coadunam com a perpetuação da impunidade. Em outros países, quem comete um erro, morre duas vezes: primeiro de humilhação, depois retirando a própria vida pela falta de dignidade em continuar convivendo com pessoas de bem. Mas no nosso querido Brasil... muitos fazem e acreditam que “não vai dar em nada”.


Todavia, como diz a própria Constituição Brasileira, “todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido”, está na hora de uma reação popular para o exercício prático do bem: sem armas, sem violência e sem lágrimas. Com a mesma frieza que o judiciário é peculiar em suas análises, a população, bem organizada, tem muito mais poder do que qualquer Juiz, data vênia. Basta querer e se organizar. Sem vaidades, sem trampolins, mas com ordenamento e inteligência. Especificamente sobre os parlamentares “escolhidos” pelo povo, é possível sim avançar e execrar esses bandidos que sempre são reeleitos e se dizem representantes do povo nas respectivas Assembléias. O povo pode legislar com muito mais sapiência, no momento em que mantiver viva a memória de todos, nutrindo a lembrança com a boa informação em jornais e mídia comprometidos, verdadeiramente, com a causa coletiva. Chega dessa conversa fiada de “segredo de justiça” e “blindagem privativa”. Bandido é bandido. É preciso destacar, em grande escala, os nomes daqueles que usurpam o dinheiro público, roubam a esperança de muitos e perpetuam a falsa bondade de atender os munícipes, prometendo mirabolantes projetos e recursos. Quem viaja pelo interior do Paraná pode constatar que as cidades estão empobrecidas, com poucos investimentos em infra-estrutura, muita gente desocupada e doente. Cabe-nos como cidadãos e cidadãs uma reação natural e pacífica. Analise, pense, estude a vida dos candidatos a qualquer cargo público e vote. Vote de acordo com sua inteligência e coerência. Não se pode mais admitir que a população ainda se renda aos hipócritas, mentirosos e mentirosas. Só assim será possível um julgamento moral e cívico que, certamente, não encontrará habeas corpus em qualquer jurisprudência para liberar os pérfidos e os enganadores. Façamos cada um de nós a nossa parte. Vamos ensinar a pescar e parar de assistir algumas pessoas recebendo o peixe de graça.

* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.
wilmar_pr2010@hotmail.com

sexta-feira, 23 de abril de 2010

POLÍTICA INTERNACIONAL DO LULA

FONTE:
veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/ahmadinejad



SENTEM O CHEIRO DE SEIS MILHÕES DE CADÁVERES? É QUE ELE CHEGOU!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009 | 5:35

Nesta segunda, Luiz Inácio Lula da Silva cede o palco para o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, falar em nome de uma nova ordem mundial. Na entrevista concedida a William Waack, no Jornal da Globo, entre outras preciosidades, o iraniano afirmou que o capitalismo já provou a sua falência moral… É mesmo? E disse que o sistema se opõe a valores fundamentais do homem — ou algo assim. Eis alguém habilitado para falar em valores humanos…
Nós já sabemos, mas é preciso reafirmar:
— Ahmandinejad é financiador e fomentador do terrorismo no Líbano, nos territórios palestinos e no Iraque;
— Ahmadinejad é um negador do Holocausto;
— Ahmadinejad é um dos artífices de um programa nuclear secreto;
— Ahmadinejad é o homem que promete varrer Israel do mapa;
— Ahmadinejad é o homem que responde a bala a protestos por democracia;
— Ahmadinejad é o líder de um governo que manda para a cadeia e pode mandar para a morte homossexuais só por serem homossexuais e que reprime de modo brutal minorias religiosas;
— Ahmadinejad é o homem que foi reeleito num processo flagrantemente fraudado, o que os próprios aiatolás - menos aiatolula - reconheceram;
— Ahmadinejad é um dos líderes do Irã que satanizam os EUA e os acusam de responsáveis por todos os males que há no mundo.
Pois é este senhor que o Brasil está recebendo, com as honras devidas a um chefe de estado, transformando esse encontro em mais uma evidência do que pretendem vender como a “autonomia” do Brasil e exercício de uma política externa soberana. Trata-se de um acinte e de uma afronta às noções mais comezinhas de direitos humanos.
Ora, é evidente que o Brasil ou qualquer outro país não tem de ser amigo dos amigos dos EUA e inimigos de seus inimigos. A nossa soberania para receber quem quer que seja nunca esteve em causa. NÃO É POR ELES QUE DEVEMOS DIZER “NÃO” A AHMADINEJAD, É POR NÓS MESMOS!!! Um país, de fato, não precisa concordar com todos os pontos de vista de outro para receber seu mandatário. Mas é preciso, então, qualificar a discordância.




Estou entre aqueles que consideram, por exemplo, que não se deve punir ninguém por negar o Holocausto — por mais desprezível, cretina e desinformada que considere tal posição. As tolices de um indivíduo são diferentes dos crimes do governo e do estado. Que Ahmadinejad tivesse tal posição e a expressasse em tertúlias politicamente irrelevantes, bem, já seria desprezível, mas vá lá. Não!!! Tal opinião é expressão de uma política de estado: ele financia o Hezbollah no Líbano; ele financia o Hamas nos territórios palestinos e a Jihad Islâmica. Esses grupos anunciam seu igual propósito de “varrer Israel do mapa” e atuam com esse objetivo, com foguetes, seqüestros e atentados terroristas. O propósito de ter a bomba nuclear, está claríssimo, é impor-se como líder da região. E que líder é esse? O que ele quer?
Ora, podemos divergir sobre muitos assuntos, não é? As divergências podem ser as mais azedas e as mais inconciliáveis. Mas temos de estar de acordo sobre alguns princípios básicos que são essenciais à nossa civilização.
Ahmadinejad representa o atraso mais odioso; a truculência mais desprezível; a ignorância mais bastarda. Lula certamente aproveitará a passagem do presidente do Irã por aqui para falar em defesa da paz, do entendimento, da concórdia. Como se o outro fosse um bom interlocutor para isso. É uma espécie de Chamberlain da periferia pregando prudência a um fascistóide islâmico de chanchada — o que não quer dizer que não seja perigoso.
Na entrevista concedida a William Waack, vimos um Ahmadinejad um pouco mais cuidadoso, mas a dizer, essencialmente, os mesmos absurdos. E, espertamente, afirmou que os países não precisam concordar entre si para que possam dialogar. Depende! Por que um país democrático deve dialogar com outro que financia o terrorismo, por exemplo? Ou com um líder que não hesita em tripudiar de seis milhões de cadáveres? Ou que prega abertamente a extinção de um país? Não! Ninguém precisa desse diálogo.
Diálogo que é ainda mais estúpido e detestável se nos lembramos que, para o Itamaraty, ele é parte da construção de um novo concerto internacional. Novo concerto? Qual? Aquele em que ditadores e facínoras são admitidos como vozes válidas na mesa de negociação? É essa a utopia de um governo como nunca houve nestepaiz?
Antes que me esqueça: que Ahmadinejad vá para o inferno! Ou se é democrata ou se dialoga com o terror e com o anti-semitismo mais asqueroso. Não há conciliação possível.





Fiquemos atentos ao discurso de Lula enquanto este senhor estiver no Brasil e depois. Na última vez em que esteve com Ahmadinejad, em setembro, indagado se tinha conversado com o outro sobre a negação do Holocausto, o presidente brasileiro deu uma de suas luladas: “Não sou obrigado a não gostar de alguém porque outros não gostam. Isso não prejudica a relação do Estado brasileiro com o Irã porque isso não é um clube de amigos. Isso é uma relação do Estado brasileiro com o Estado iraniano”.
Escrevi então:
O Brasil não é o único país a fazer negócios com o Irã. Ninguém exige do governo Lula que rompa relações com os iranianos porque seu presidente bandido diz sandices. Há centenas de respostas possíveis que não ofendem a memória dos mortos e a dignidade dos vivos. Formulo uma: “O Irã sabe que o Brasil lastima essa opinião, mas entendemos que o isolamento daquele país é pior para o mundo”. Pronto! E Lula poderia fazer negócios com Irã - se é que haverá algum relevante.
A sua resposta, como veio, é indecorosa e me força a perguntar: a relação entre os dois estados é assunto sério demais para levar em consideração seis milhões de mortos? Um governo delirantemente anti-semita, como é o do Irã, não constrange de modo nenhum o Brasil?




Confrontado com a questão do Holocausto, Lula evoca uma questão de gosto. Ora, deve pensar este humanista, “os judeus não gostam de Ahmadinjad. O que é que eu tenho com isso? Não sou judeu!”
Vamos ver como se comporta Lula. Ahmadinejad não mudou e continua a afirmar as mesmas asneiras e a financiar a mesma indústria da morte. Haverá o decoro mínimo, desta vez, de deixar claro que o Brasil considera suas idéias, para ser muito manso, essencialmente erradas? Minha aposta: “Não!”






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Home » Revistas » Edição 2165 / 19 de maio de 2010


Diogo Mainardi


O Chamberlain de Macaé



"Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses.
Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos.
Em vez de atuar como um quinta-colunista
da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar
apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete"
Lula foi ao baile funk de Mahmoud Ahmadinejad assim como Vagner Love foi à Rocinha. Vagner Love confraternizou com os assassinos do Comando Vermelho? Lula está confraternizando com os assassinos da Guarda Revolucionária iraniana. Vagner Love faz trabalho humanitário no morro? Lula, segundo Dilma Rousseff, faz trabalho humanitário no Golfo Pérsico. Vagner Love foi festejar os dois gols que marcou contra o Macaé? Lula está festejando os dois gols que marcou contra o Brasil.

O Brasil é uma espécie de Macaé do mundo. Isso é uma sorte. Se o Brasil fosse a Inglaterra, Lula já estaria consagrado como o nosso Chamberlain. Sempre que alguém quer guerrear, surge algum pateta tentando ser intermediário da paz. Em 1938, o primeiro-ministro da Inglaterra, Chamberlain, viajou para a Alemanha para negociar olho no olho com Hitler. Depois de alguns encontros, eles assinaram um tratado de paz, pelo qual Hitler se comprometia a ocupar apenas uma parte do território da Checoslováquia. Chamberlain voltou à Inglaterra comemorando a paz. Seis meses mais tarde, Hitler atropelou Chamberlain e ocupou o resto da Checoslováquia. Em seguida, ocupou a Europa inteira.

Se Lula é o Chamberlain de Macaé, Mahmoud Ahmadinejad só pode ser o Hitler de Macaé. Como Hitler, ele mata seus opositores. Como Hitler, ele persegue as minorias. Como Hitler, ele tem um plano para eliminar todos os judeus. Só lhe falta o poder de fogo, porque um Macaé, felizmente, é sempre um Macaé. O papel de Lula é esse: dar-lhe algum tempo para que ele possa obter uma arma nuclear. Na semana passada, um articulista do Washington Post chamou Lula de "idiota útil" de Mahmoud Ahmadinejad. O articulista está certo. Mas há outros "idiotas úteis", além de Lula. O G15, reunido neste domingo no baile funk iraniano, conta também com a Venezuela, de Hugo Chávez, com o Zimbábue, de Robert Mugabe, e com a Indonésia, de Susilo Bambang Yudhoyono, eleito pela Time, em 2009, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Time é uma espécie de VEJA de Macaé.

O apoio ao programa nuclear iraniano é o maior erro que o Brasil já cometeu na área internacional. Só a vaidade de Lula ganha com isso. Ao desafiar os Estados Unidos e a Europa, tornando-se cúmplice de Mahmoud Ahmadinejad, ele pode sentir-se um tantinho maior do que realmente é. Trata-se da síndrome de Macaé. Mas alguém tem de dizer a Lula que seu tempo já se esgotou. Ele representa o passado. A esta altura, sua autoridade é meramente protocolar. Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete. Acabou, Lula. Chega. Fim. Xô.

FONTE: http://veja.abril.com.br/190510/chamberlain-macae-p-175.shtml

sexta-feira, 26 de março de 2010

MATERIALISMO HISTÓRICO

RESUMO DA OBRA:
Autor/título: BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas, Vol. 1. Magia e técnica, arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1987, p. 222-232. Extraído de: WWW.geocities.com/Paris/Rue5214/wbenjamin.htm.
Tradução de Sergio Paulo Rouanet.




"O bom cronista histórico é aquele que não faz distinção entre os grandes personagens da história e os sujeitos anônimos, pois assim poderá trazer a tona à verdade do passado. Sem a luta das coisas materiais, não existe as espirituais sendo este um conceito do materialismo histórico. Nesta visão materialista, o perigo reside em se entregar as classes dominantes, o autor se refere em arrancar a tradição do conformismo, isto quer dizer, revolução contínua, O autor critica a social-democracia como tendo conceitos alienado da realidade. A revolução francesa foi uma volta ao passado, ao modelo do império Romano. Comparando a história universal com a historiografia marxista. O autor diz que a historia universal é construída apenas com o acumulo de narrativas do passado enquanto o marxismo: “tem em sua base um princípio construtivo”.


MEUS COMENTÁRIOS:



Tentei entender o materialismo histórico e encontrei estas definições na internet:

O materialismo histórico é um marco teórico que visa explicar as mudanças e o desenvolvimento da história, utilizando-se de fatores práticos, tecnológicos (materiais) e o modo de produção.

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/materialismo_historico.htm

No materialismo histórico sintetizou Marx a compreensão da evolução da sociedade com a vontade modificá-la e nos deu o instrumento para essa modificação. O materialismo histórico tornou-se deste modo uma filosofia e um instrumento da classe operária e revolucionária, em sua luta pela libertação e na sua tentativa de formar um mundo novo.
http://dialeticamaterialista.blogspot.com/


O que eu sei é que o materialismo histórico como tudo aquilo que tem relação com o marxismo termina assim:




estes são trabalhadores comunistas marxistas na China. Um blogueiro chinês ironizou assim o materialismo histórico:

"Chegamos a fase de comunismo primitivo, de acordo com as leis do materialismo histórico, chegamos ao período de escravos, que agora é o nosso futuro." http://leituras-favre.blogspot.com/2007/07/la-coquille-vide-du-parti-communiste.html





O livro acima, escrito em alemão pode ser traduzido como: Recordações de uma Redenção, é uma crítica exegética em que o texto de Walter Benjamin é analisado ponto a ponto.




O modelo marxista, tem levado os alunos a se acharem e por isso cada dia que passa a profissão de professor está sendo menosprezada e perigosa. Há três dias atrás registrei mais uma ocorrência na delegacia em que um aluno jogou a lixeira na professora, empurrou-a e só não deu sequência as agressões porque foi contido pelos colegas até a chegada da polícia.




O marxismo na política e principalmente na educação é uma utopia. A educação moderna, baseada em uma pedagogia marxista esta fadada ao fracasso. A ordem deve ser imposta com autoridade, não com ideias igualitárias utópicas marxistas. Os professores são hoje reféns dos alunos. A conversa em sala de aula não deve ser em pé de igualdade entre professores e alunos, deve ser no respeito e consideração que se deve aos mestres da educação que em sala de aula devem ter autoridade.





É isso que nos espera nas salas de aula, graças a estes conceitos de evolução histórica marxista. Se as coisas não pararem por ai, os professores ficaram com a aparência deste chineses..

segunda-feira, 8 de março de 2010

HUGO CHAVEZ

Violencia en cada esquina
19.10.2009 | Algunos creen que tras 10 años del gobierno del presidente Chávez, Venezuela es más peligrosa










A postagem abaixo é parte de minha discussão no fórum das Atividades do Curfso de História da Universidade Metropolitana de Santos.


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Você é admirado por todos pela sua inteligência, que não é superficial, chego a invejar sua escrita erudita. Nós alunos da Unimes estamos pagando pelo Curso de História e estamos ganhando grátis um curso de Língua Portuguesa. Os alunos do nosso polo em Santos sempre elogia seu vernáculo, que ofusca o nosso português minguado.

É visível e percebível pelos demais alunos que temos divergências de idéias, em particular sobre o Marxismo, o que em um ambiente de fórum é essencial para o sucesso desta empresa. Portanto não devemos ficar inibidos em debater e que ninguém ache que somos inimigos ou rivais ou pior ainda, hipócritas...





Permita-me contestar sua postagem acima dizendo:


DISCUSSÃO BIZANTINA - É trazer a tona o marxismo. Os maiores massacres da humanidade ocorrido no século XX foi em nome do marxismo. Os comunistas soviéticos mataram mais inocentes do que Hitler matou judeu... Bizantino é Cuba, aliás, estão mais para a Idade da Pedra Lascada, isso graças ao Comunismo-marxista .


INSIDIOSA DOUTRINAÇÃO - É o que a Unimes e outras universidades fazem no Brasil e na América Latina tentando incutir idéias marxistas nos alunos. Mas mesmo assim sou democrata e acho que os marxistas têm o direito de exporem suas idéias. Se um descendente meu tiver que estudar em uma instituição marxista, eu não tiraria de tal ambiente, porque se fosse para protege-lo de tanto mal, eu de certo nem geraria filhos para que não vivessem entre tantos homens maus. Eu ensino desde cedo minhas filhas a não roubarem e nem terem inveja do sucesso alheio, para que, quando crescerem, não queriam invadir as propriedades alheias como os movimentos de esquerda, socialistas e marxistas, que sobre a haste da bandeira de movimento social, são de fato um bando de CANGACEIROS(MST).





PARCIALISMO RELIGIOSO - É verdade, que minhas ideologias são carregadas de conceitos medievais e até pré-histórico(religioso). Melhor é crer em algo verdadeiro e bom com muitos milênios de estrada, do que Novas Mentiras com pretexto de modernidade. Eu sei o quanto o marxismo odeia o conceito religioso, seja judaico, islâmico, budista, hindu ou cristão. Mas acho melhor que cada pai eduque seus filhos em sua religião do que fazer o que o Marxismo fez na União Soviética, tirando os filhos dos lares para serem educados em escolas do Estado, doutrinando-os no Marxismo. Ensinando os filhos a entregarem os pais, caso eles não fossem comunistas de verdade.


MARXISMO DO SÉCULO XXI


Sem querer polarizar, nem recrutar adeptos a minha ideologia anti-marxista, gostaria de fazer uns questionamentos sobre o Marxismo praticado pelo HUGO CHAVEZ.


Sou ouvinte regular da rádio Union de Caracas na Venezuela, entre outras vinte rádios espalhadas no cinco continentes, isso me faz ter uma idéia global do mundo e das culturas locais. Enquanto estou digitando esta postagem, estou ouvindo este mais proeminente marxista do século XXI. Porque agora é assim: Chavez entra no meio de qualquer programação de rádio ou televisão, faz uma pregação marxista e depois a programação volta ao normal...


Espero que as pessoas que estão lendo a minha postagem conheçam um pouco do marxismo estilo HUGO CHAVEZ. Ele está fechando supermercados, shoppings, até refinaria de Petróleo e vai estatizando arbitrariamente as empresas privadas do país. Pessoas que construíram patrimônio ao longo de gerações, O MALxista HUGO CHAVEZ desapropria sem nenhum processo legal o bem alheio.





Neste ano, este marxista, galho podre do mesmo tronco onde Karl Marx é a raiz, estava no centro da cidade e perguntou a um dos seus súditos: "Que prédio é aquele?" Disseram: "Um shopping de jóias e pedras preciosas." Então desaproprie, será um Museu Bolivariano!!!!


O povo venezuelano está as escuras (sem investimento da geração de energia elétrica), enquanto o "revolucionário socialista" está comprando armas e aviões de guerra da Rússia. Louco para provocar uma guerra na América. Já criou problemas com o Brasil na questão da Petrobrás, já provocou o presidente da Colômbia. Além de ficar fomentando distúrbios em nações como o Equador e Honduras, querendo se meter em assuntos internos destes países.


Eu não acredito como a insanidade humana pode se repetir tanto na história...


Recentemente ele esteve na ONU e chamou o presidente George Bush de "Diablo". Veja se isso é postura de um chefe de Estado??? Uma formiga, provocando um elefante, sem razões para isso. Louco para criar agitação social em um mundo já tão saturado de guerras. ISSO É MARXISMO DO SÉCULO XXI !!!!


O marxismo-comunista não precisa de inimigos para destruí-lo, ELE SE DESTROI SOZINHO como ocorreu com a URSS...





Peço as caros colegas que não interpretem essa discussão como algo que gere inimizades. Ao final do curso quero beber na esquina ao lado de comunistas-marxistas dando risadas das polêmicas e dos debates.







quarta-feira, 3 de março de 2010

LUIS CARLOS PRESTES

A palavra adequada para o Comunismo para mim é ABOMINAÇÃO.


No início do século XX alguns radicais e extremistas surgiram no mundo com ideologias politicas, econômicas e sociais que pregavam revolução armada, derrubada dos regimes vigentes e saques dos ricos, redistribuição das riquezas de acordo com os seus conceitos "infantis".

Entre estes "moleques" estavam Karl Marx, Lenin, Stalin, Fidel Castro, Bolivar, Carlos Prestes e outros IDIOTOLOGISTAS que também podiam ser incluido nesta mesma lista LAMPIÃO (se pelo menos Lampião tivesse um curso universitário, ou formação acadêmica teria sido considerado um comunista).





Quem quer ser comunista, ótimo!!! venda seus bens e distribua aos pobres como ensinou Jesus... Mas dê fim as suas próprias riquezas e não as dos outros...

Durante alguns anos fui assinante de uma Revista de origem Holandesa chamada A VOZ DOS MÁRTIRES. Elembro-me como na década de 80 o regime da cortina de Ferro matou milhões de pessoas que se opunham ao regime comunista.

Preste foi um dos últimos IDIOTOLOGISTA marxista, que:"na Intentona Comunista de 1935, supunha que a conquista do poder dispensava a ida às urnas" (Educação.uol.com.br.)

Radical em suas ideologias acabou no final da sua vida sendo desprezado até pelos comunistas:
"Com a decretação da anistia em agosto de 1979, Prestes, após oito anos de exílio, desembarcou no Rio de Janeiro em 20 de outubro seguinte. Os militantes do PCB, contudo, já não acatavam mais suas orientações, considerando-as rígidas e anacrônicas."Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (Fundação Getúlio Vargas)



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Luís Carlos Prestes

3 de janeiro de 1898, Porto Alegre, RS (Brasil)
7 de março de 1990, Rio de Janeiro, RJ (Brasil)
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Reprodução

Luís Carlos Prestes representou, por mais de 50 anos, uma tendência da ideologia comunista no Brasil
Luís Carlos Prestes foi um militar e político brasileiro. Prestes estudou engenharia na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, atual Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Em outubro de 1924, já como capitão, Prestes liderou a revolta tenentista na regiãodas Missões, em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Lutando contra o governo de Arthur Bernardes, os jovens oficiais do Exército, os "tenentes", pretendiam levantar a população contra o poder da oligarquia governante e, por meio da revolução, exigir reformas políticas e sociais, como a renúncia de Bernardes, a convocação de uma Assembléia Constituinte e o voto secreto.

Cortando as linhas do cerco militar do governo, Prestes se dirigiu para Foz do Iguaçu, onde se uniu aos paulistas, formando o contingente rebelde denominado Coluna Prestes, que percorreu, com 1.500 homens, durante dois anos e cinco meses, cerca de 25.000 km do Brasil. A marcha terminou em 1927, quando os revoltosos se exilaram na Bolívia e na Argentina.

Na Bolívia, Prestes dedicou-se a leituras em busca de explicações para a situação de atraso e miséria que vira no interior brasileiro. A marcha pelo Brasil, segundo ele, o levou a compreender que problemas tão sérios não podiam ser resolvidos com uma simples mudança de homens na presidência da República.

Em dezembro de 1927 foi procurado por Astrojildo Pereira, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro, que fora incumbido de convidá-lo a firmar uma aliança entre "o proletariado revolucionário, sob a influência do PCB, e as massas populares, especialmente as massas camponesas, sob a influência da coluna e de seu comandante". Prestes, contudo, não aceitou essa aliança. Foi nesse encontro que obteve as primeiras informações sobre a Revolução Russa, o movimento comunista e a União Soviética.

A seguir, muda-se para a Argentina, onde lê Marx e Lênin. Convidado a assumir a chefia militar da Revolução de 1930, nega-se a participar do movimento liderado por Getúlio Vargas.

Convidado pelo Partido Comunista Uruguaio, muda-se para a ex-União Soviética em 1931, trabalhando ali como engenheiro e dedicando-se ao estudo do marxismo-leninismo.

Eleito membro da Comissão Executiva da Internacional Comunista, Prestes regressou clandestinamente ao Brasil em abril de 1935 com a identidade de Antônio Vilar, cidadão português que tinha como esposa Maria Bergner Vilar. Na realidade, sua mulher chamava-se Olga Benário, era alemã, pertencia ao Partido Comunista Alemão e vivia em Moscou.

O PCB e a Aliança Nacional Libertadora
No Brasil, a recém-constituída Aliança Nacional Libertadora (ANL), organização política de âmbito nacional liderada pelo PCB e fundada oficialmente em 12 de março de 1935, tornou-se uma ampla frente da qual participaram socialistas, comunistas, católicos e democratas.

Escolhido como presidente de honra da ANL, Prestes divulga, em julho de 1935, um manifesto incendiário, exigindo o fim do governo Vargas. Aproveitando a oportunidade, Getúlio declara a ANL ilegal, mas não impede que ocorra a Intentona Comunista.

No dia 5 de março de 1936, Prestes foi preso, juntamente com Olga Benário. Em setembro do mesmo ano, Olga, em adiantado estado de gravidez, foi entregue a agentes do governo nazista alemão. A filha do casal, Anita, nasceu na prisão, na Alemanha, em 27 de novembro seguinte e, após grande campanha desencadeada pela mãe de Prestes, foi entregue à avó. Olga Benário viria a falecer numa câmara de gás do campo de concentração de Bernburg, em abril de 1942.

Com o fim do Estado Novo, Prestes foi anistiado e eleito senador. Contudo, meses depois o registro do PCB foi cancelado e Prestes teve de retornar à clandestinidade. Em 1951, conheceu sua segunda companheira, Maria, com quem teve vários filhos. O casal conviveu durante 40 anos, até a morte de Prestes.

Golpe de 1964
Identificado com as reformas de base propostas por João Goulart, Prestes foi cassado pelo governo militar que passou a dirigir o país depois do Golpe de 1964. Em junho de 1966, num processo conduzido pela 2ª Auditoria do Exército de São Paulo, foi condenado à revelia a 15 anos de prisão, acusado de tentar reorganizar o PCB.

Com a promulgação do AI-5 em 13 de dezembro de 1968, aumentou a repressão aos grupos de contestação ao regime. Esse mesmo ato suspendeu importantes garantias constitucionais relativas às liberdades individuais, conferindo ao Poder Executivo proeminência sobre os poderes Legislativo e Judiciário.

Em fevereiro de 1971 o comitê central do PCB decidiu que Prestes deveria deixar o país, pois sua segurança estava ameaçada. Partiu então de São Paulo com destino à Argentina, via Rio Grande do Sul. De Buenos Aires tomou um avião até Paris, viajando em seguida para Moscou.

Com a decretação da anistia em agosto de 1979, Prestes, após oito anos de exílio, desembarcou no Rio de Janeiro em 20 de outubro seguinte. Os militantes do PCB, contudo, já não acatavam mais suas orientações, considerando-as rígidas e anacrônicas.

Iniciando uma controvérsia pública com a direção do PCB, Prestes escreve uma "Carta aos comunistas", na qual defendeu, dentre outros pontos, a reconstrução do movimento comunista no país. Em 1982, acompanhado por vários militantes, retira-se do PCB.

Embora tenha atravessado períodos de descrença sobre a eficácia do voto livre no Brasil, sobretudo quando, na Intentona Comunista de 1935, supunha que a conquista do poder dispensava a ida às urnas, Prestes já expressava um pensamento totalmente contrário. Para ele, com 90 anos, "a luta pelo socialismo pressupõe o voto", pois este "continua a ser um importante instrumento de mudança".

Agindo sem se filiar a qualquer partido, Prestes passou a militar em diversas causas, apoiando, em 1989, a candidatura de Leonel Brizola à presidência da República.

Em janeiro do ano seguinte Luís Carlos Prestes foi internado numa clínica no Rio de Janeiro para tratamento de insuficiência renal e princípio de desidratação, segundo versão divulgada pela imprensa. Seu estado de saúde, no entanto, agravou-se no início de março, quando voltou a ser internado. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de março de 1990. Nessa data a Justiça Eleitoral concedeu o registro definitivo ao PCB.

FONTE Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (Fundação Getúlio Vargas)
http://educacao.uol.com.br/biografias/luis-carlos-prestes.jhtm

A REFORMA PROTESTANTE E A NOVA MENTALIDADE

Olá professora e colegas,
Não sou expert em nada, mas estudei nos meus últimos 25 anos teologia, tendo formação acadêmica como Bacharel em Teologia Protestante, por isso tive a oportunidade de estudar um pouco mais sobre a REFORMA PROTESTANTE, de maneira que posso no mínimo opinar sobre o tema.

Raramente uma reforma ou revolução é 100% positiva e bem sucedida, mas a Reforma Protestante contribuiu de forma singular com a evolução do pensamento ocidental, podendo destacar os seguintes aspectos:

1 - Só Deus é supremo, e todo homem está fadado a erros e falhas, logo o papa não pode ser infalível e se o papa não é infalível sobre questões espirituais, cada um pode buscar a Deus conforme seu entendimento das Escrituras.

2 - O ser humano é racional e pode reavaliar seus conceitos periodicamente e se for o caso mudar de posição sobre qualquer tema. Assim podemos mudar nossa concepção sobre fatos considerados científicos e definidos, podemos mudar os sistemas de governos que não estão satisfazendo as necessidades da população.

3 - A igreja católica sempre exigiu a submissão dos reinos ao poder temporal papal. A reforma protestante lançou a possibilidade de cada povo se auto-governar sem a intervençâo de forças estrangeiras em seus assuntos internos. Assim imposições católica como o estudo do latim no curriculum escolar não seria admitido nos países de tradição protestante.




4 - A igreja católica não permitia a leitura da Bíblia na língua materna do povo, devendo apenas ser lida em latim. Enquanto a mudança de conceito do protestantismo dizia que cada um podia sim ler a Bíblia na sua língua materna.


Este último tópico foi essencial para a democratização da educação no sistema Educacional Protestante. A livre pesquisa!!!!! Este conceito foi o responsável pela rápida evolução intelectual, artística, industrial, religiosa, política e econômica dos países protestantes como os Estados Unidos, Canadá e os países no Norte da Europa.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO

Não sou crítico do Estado a tal ponto de considerá-lo uma pedra de tropeço na educação. É verdade que muito ainda é necessário para alcançarmos um patamar mais elevado. Mas o Governo em todas as esferas estão fazendo a sua parte. Escolas gratuitas, livros gratuitos, uniformes gratuitos, merendas gratuitas, transporte escolar gratuito, segurança pública com viaturas de ronda escolar gratuita...

O povo quer o que a mais??
Inteligência? Vontade de estudar? Interesse em aprender? Amor a sabedoria? Aplicação às tarefas escolares?
Tem coisas que o Estado não pode fazer pelos cidadãos...